segunda-feira, 27 de julho de 2009

O Mito (III)

(…)
Quero dizer, também, isso sim, que todas estas zonas incertas mais próximas da lenda do que da história foram depois amplificadas e mitificadas por uma quantidade imensa de curiosos. De resto, se existe uma área de conhecimento em que abunda a literatura ensaística e os livros de história e de especulação fantasiosa é precisamente esta. O nome dos Templários é suficiente para encher o escaparate inteiro de uma livraria razoavelmente grande… Pois é aqui que reside o grande problema. Para evitar os escolhos da especulação devemos repudiar todas as matérias herméticas ou desencorajar qualquer tipo de investigação que toque no terreno de algo que é ainda polémico e duvidoso? Creio que não, porque — como dizem os Ingleses — corremos o risco de deitar fora o bebé com a água do banho
[Paulo Pereira, Templários e Templarismos, Vol. VIII, p. 11, Enigmas, Lugares Mágicos de Portugal.]

Até breve.

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